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sábado, 28 de maio de 2011

Bom final de semana!!!

A árvore...

A ÁRVORE DAS NOVAS RELAÇÕES

Saia de casa só pelo gosto de caminhar.
Sorria para todos.
Conte estrelas.
Telefone para seus amigos.
Diga: "Gosto muito de você!".
Converse com Deus.
Volte a ser criança.
Pule corda.
Apague de vez a palavra 'rancor'.
Diga "sim".
De uma boa risada!
Leia um bom livro.
Peça ajuda.
Corra.
Cumpra uma promessa.
Cante uma canção.
Lembre o aniversário de seus amigos.
Ajude algum doente.
Divirta-se.
Mude de penteado.
Seja disponível para escutar.
Deixe seu pensamento viajar.
Retribua um favor.
Termine aquele projeto.
Quebre uma rotina.
Escreva uma lista de coisas que lhe dão prazer.
Faça uma visita.
Sonhe acordado.
Desligue o televisor e converse.
Permita-se errar.
Retribua uma gentileza.
Escute os grilos.
Agradeça a Deus pelo Sol.
Aceite um elogio.
Perdoe-se... Deixe que alguém cuide de você.
Demonstre que está feliz.
Faça alguma coisa que sempre desejou.
Toque a ponta de seus pés.
Olhe com atenção uma flor.
Só por hoje evite dizer "não posso".
Cante no chuveiro.
Viva intensamente cada minuto de vida que Deus lhe concedeu.
Inicie uma tradição familiar.
Não se preocupe.
Tenha a coragem das pequenas coisas.
Ajude um vizinho idoso.
Afague uma criança.
Revele fotos antigas.
Escute um amigo.
Feche os olhos e imagine as ondas do mar.
Brinque com seu mascote.
Permita-se brilhar.
Dê umas palmadinhas nas suas próprias costas.
Torça pelo seu time.
Pinte um quadro.
Cumprimente um novo vizinho.
Compre um presente para você mesmo.
Mude alguma coisa.
Delegue tarefas.
Diga "Seja bem-vindo" a quem chegou.
Permita que alguém o ajude.
Agradeça! Saiba que não esta só.
Decida-se a viver com "paixão",
Sem ela nada de grande se consegue.

(Autor desconhecido)

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Quando me amei de verdade...

Quando me amei de verdade!

Quando me amei
de verdade
compreendi que
em qualquer circunstância
Eu estava no lugar certo...
Na hora certa...
No momento exato...
Então, pude relaxar.
Hoje sei
que isso tem nome

Auto estima!

Quando me amei
de verdade
pude perceber
que a minha angústia
e sofrimento emocional
não passam de um sinal
de que estou indo
contra as minhas verdades
Hoje sei que isso é...

Autenticidade!

Quando me amei
de verdade
parei de desejar
que a minha vida
fosse diferente
e comecei a ver
que tudo o que acontece
contribui para meu
crescimento.
Hoje chamo isso de...

Amadurecimento!

Quando me amei
de verdade
comecei a perceber
como é ofensivo forçar
alguma situação ou alguém
apenas para realizar
aquilo que desejo
mesmo sabendo
que não é o momento
ou a pessoa não está preparada,
inclusive eu mesmo.
Hoje sei
que o nome
disso é...

Respeito!

Quando me amei
de verdade
comecei a me livrar de tudo
que não fosse saudável...
pessoas, tarefas,
tudo e qualquer coisa
que me colocasse para baixo.
De início,
minha razão chamou
essa atitude de egoismo
Hoje sei que se chama...

Amor Próprio!

Quando me amei
de verdade
deixei de temer
meu tempo livre
e de fazer grandes planos
abandonei os projetos
megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo,
o que gosto, quando quero
e no meu próprio ritmo
Hoje sei que isso é...

Simplicidade!

Quando me amei
de verdade
desisti de querer
ter sempre razão
e com isso
errei muito menos vezes
Hoje
descobri a...

Humildade!


Quando me amei
de verdade
desisti de ficar
revivendo o passado
e de me preocupar
com o futuro.
Agora, me mantenho no presente,
que é onde a vida acontece.
Hoje vivo
um dia de cada vez.
Isso é...

Plenitude!

Quando me amei
de verdade
percebi que a minha mente
pode me atormentar
e me decepcionar.
Mas quando eu a coloco
a serviço do coração
ela se torna uma grande
é valiosa aliada
Tudo isso é...

Saber Viver!



segunda-feira, 23 de maio de 2011

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Sem apego é bem melhor!

História interessante para analisarmos nosso grau de apego! A liberdade é nosso bem mais precioso!
 
Reflitam!

Certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento.
A época era de escassez, porém, seu faro aguçado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de caçadores.
Ao chegar lá, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi até a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panelão de comida.
Quando a tina já estava fora da fogueira, o urso a abraçou com toda sua, força e enfiou a cabeça dentro dela, devorando tudo.
Enquanto abraçava a panela, começou a perceber algo lhe atingindo.
Na verdade, era o calor da tina...
Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava.
O urso nunca havia experimentado aquela sensação e, então, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.
Começou a urrar muito alto. E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo.
Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu Corpo e mais alto ainda rugia.
Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma árvore próxima à fogueira, segurando a tina de comida.
O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu Imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo.
Quando terminei de ouvir esta história de um mestre, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes, abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes.
Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes.
Temos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca numa situação de sofrimento, de desespero.
Apertamos essas coisas contra nossos corações e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos.
Para que tudo dê certo em sua vida, é necessário reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salvação vai lhe dar condições de prosseguir.
Tenha a coragem e a visão que o urso não teve.
Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu coração arder.
Solte a panela! 

domingo, 15 de maio de 2011

Almofadas no chão.

       Você é uma criança e sempre será.
       Por mais que os anos lhe pareçam pesos acrescentados a sua bagagem, você nunca se esquecerá de sua caixa cheia de brinquedos.
       Ainda que sua alegria de hoje, não seja a mesma dos anos primeiros, jamais lhe será possível esquecer como era sorrir sem medo de ser feliz.
       Mesmo que as decepções tenham abalado sua confiança nos semelhantes, vez ou outro você se lembrará de alguém pequenino que há muito tempo lhe deu um beijo melado em uma festa.
       Ainda que muitos amores entrem e saiam de sua vida, as lembranças do primeiro amor em nenhum tempo se apagarão de sua memória.
       Depois de alguns fracassos, talvez hoje você creia que é difícil alcançar o sucesso, mas para sempre relembrará o orgulho que sentiu de si mesmo quando recebeu o primeiro diploma.
       Se hoje pouco ou nada o surpreende, após tantos revezes, por certo nunca esquecerá a surpresa e o prazer que sentiu quando descobriu que o Papai Noel era seu pai.
       Embora a solidão tantas vezes o assalte em certos momentos você lembrará como era bom ficar sozinho falando com seus amigos invisíveis para “gente grande”.
       Se hoje, em dia de lazer, em praias ou campos, você se policia todo o tempo para não se sentir ridículo, é bem nesses dias que você recorda como já foi gostoso andar sem vestes, inocentemente, e sem sentir vergonha.
       Por mais que o tempo passa você é uma criança e sempre será.
       Agora você está ai, crescido, sofrido, cheio de boas e más experiências, de vivencias que ajudam a prosseguir, mas lá no fundo –bem no fundo- você sabe que alguém que mais tinha a lhe ensinas era a criança que você mandou ficar quieta, comportada, sentada lá no cantinho, não podendo abrir a boca sem pedir licença. Seja qual for a sua idade, isso pouco importa à sua criança. É só chamar que ela se aproximará.
       Chame-a... Ria com ela! Brinque com ela!
Ela está louquinha para fazer bagunça e para morrer de rir de você e com você.
       Alegre-se! Ela merece! Você merece!
       Não se importe com o que os outros possam pensar, pois eles também são crianças e sempre serão.
       Convidem eles para um passeio em seu trenzinho elétrico, talvez eles se neguem a ir, mas um dia se arrependerão.
       ANDE SEM MEDO DE CAIR!
       PARA AS CRIANÇAS DEUS COLOCA ALMOFADAS NO CHÃO!

                                        (Autor desconhecido)

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Enquanto houver amizade...

Enquanto houver AMIZADE...

Pode ser que um dia deixemos de nos falar.
Mas, enquanto houver amizade,
faremos as pazes de novo.
Pode ser que um dia o tempo passe.
Mas,se a amizade permanecer,
um do outro à de se lembrar.
Pode ser que um dia nos afastemos.
Mas,se formos amigos de verdade,
a amizade nos reaproximara´.
Pode ser que um dia não mais existamos.
Mas se ainda sobrar amizade,
nasceremos de novo, um para o outro.
Pode ser que um dia tudo acabe.
Mas,com a amizade
construiremos tudo novamente,
cada vez de forma diferente,
sendo único e inesquecível cada momento
que juntos viveremos e nos
lembraremos para sempre.
Da nossa linda amizade.

(Autor desconhecido)

terça-feira, 10 de maio de 2011

Mãe é mãe???






MÃE É MÃE: MENTIRA

Martha Medeiros

Vamos esclarecer alguns pontos sobre mães, ok?
Desconstruir alguns mitos.
Não, não precisa se preocupar.
Não é nada ofensivo, eu também sou mãe...e avó!
Vamos lá:
MÃE É MÃE: mentira !!!

Mãe foi mãe, mas já faz um tempão!
Agora mãe é um monte de coisas:
é atleta, atriz, é superstar.

Mãe agora é pediatra, psicóloga, motorista.
Também é cozinheira e lavadeira.

Pode ser política, até ditadora, não tem outro jeito.
Mãe às vezes também é pai.

Sustenta a casa, toma conta de tudo,
está jogando um bolão.

Mãe pode ser irmã: empresta roupa, vai a shows de rock pra desespero
de algumas filhas,
entra na briga por um namorado.

Mãe é avó (oba, esse é o meu departamento!):
moderníssima, antenadíssima,
não fica mais em cadeira de balanço,
se quiser também namora, trabalha, adora dançar.

Mãe pode ser destaque de escola de samba,
guarda de trânsito,
campeã de aeróbica, mergulhadora.

Só não é santa,
a não ser que você acredite em milagres.

Mãe já foi mãe, agora é mãe também.
MÃE É UMA SÓ: mentira !!!
Sabe por quê?
Claro que sabe!
Toda criança tem uma avó que participa,
dá colo, está lá quando é preciso.

De certa forma, tem duas mães.

Tem aquela moça, a babá, que mima, brinca, cuida.
Uma mãe de reserva, que fica no banco,
mas tem seus dias de titular.

E outras mulheres que prestam uma ajuda valiosa.
Uma médica que salva uma vida,
uma fisioterapeuta que corrige uma deficiência,
uma advogada que liberta um inocente,
todas são um pouco mães.

Até a maga do feminismo, Camille Paglia,
que só conheceu instinto maternal por fotografia,
admitiu uma vez que lecionar não deixa de ser
uma forma de exercer a maternidade.

O certo então, seria dizer:
mãe, todos têm pelo menos uma.
Ser mãe é padecer no paraíso:
mentira! Que paraíso, cara-pálida?
Paraíso é o Taiti, paraíso é a Grécia,
é Bora-Bora, onde crianças não entram.

Cara,estamos falando da vida real,
que é ótima muitas vezes,
e aborrecida outras tantas,
vamos combinar.
Quanto a padecer, é bobagem.

Tem coisas muito piores do que acordar de madrugada
no inverno pra amamentar o bebê,
trocar a fralda e fazer arrotar.

Por exemplo?
Ficar de madrugada esperando o filho
ou filha adolescente voltar da festa
na casa de um amigo que você nunca ouviu falar,
num sítio que você não tem a mínima idéia de onde fica.
Aí a barra é pesada, pode crer...
Maternidade é a missão de toda mulher: mentira !!!
Maternidade não é serviço militar obrigatório, caraca!
Deus nos deu um útero mas o diabo
nos deu poder de escolha.

Como já disse o Vinicius:
filhos, melhor não tê-los,
mas se não tê-los,como sabê-los?

Vinicius era homem e tinha as mesmas dúvidas.
Não tê-los não é o problema,
o problema é descartar essa experiência.

Como eu preferi não deixar nada pendente pra a próxima encarnação,
vivi e estou vivendo tudo o que eu acho que vale a pena nesta vida
mesmo,
que é pequena mas tem bastante espaço.

Mas acredito piamente que uma mulher pode perfeitamente ser feliz sem
filhos,
assim como uma mãe padrão,
dessas que têm umas seis crianças na barra da saia,
pode ser feliz sem nunca ter conhecido Paris,
sem nunca ter mergulhado no Caribe,
sem nunca ter lido um poema de Fernando Pessoa.

É difícil, mas acontece.
Mamãe, eu quero: verdade!
Você pode não querer ser uma, mas não conheço ninguém que não
queira a sua.

sábado, 7 de maio de 2011

Amigos são anjos!


 Os verdadeiros amigos são anjos! Descobri essa irrefutável verdade ao perceber o quanto são raras essas preciosidades que chegam de repente na vida da gente e se alojam devagarzinho em local especial e essencial da nossa existência. No decorrer dos anos, encontramos vários tipos de anjos.
        Alguns são sonsos, vão se apoderando do nosso carinho como quem não quer nada, até que, quando percebemos já lhes dedicamos nosso afeto integral... Outros são mais atirados já chegam mostrando claramente com seus olhos sinceros o quanto nossa amizade é importante para eles... Alguns chegam necessitando de curativos nos ferimentos causados por amigos que não eram anjos... outros chegam para sarar nossos próprios ferimentos... Alguns são leves e divertidos nos mostram a alegria da vida... Outros, não menos honestos, nos mostram a seriedade com que a vida deve ser enfrentada... Alguns têm suas qualidades tão à mostra que a um primeiro olhar já sabemos a que vieram... Outros têm essas mesmas qualidades muito bem guardadas e precisamos ir desvendando-as aos poucos... Alguns esbarram na gente numa esquina qualquer, sem avisar e dão carinhos reais, sorrisos reais, proteção real... Uns não são melhores nem piores que outros, são apenas diferentes, com suas qualidades que devemos salientar, com os seus defeitos que devemos enfrentar (pois quando gostamos temos compromisso de ser fiéis até aos defeitos do nosso anjo).
        O importante é tentarmos ao longo das nossas vidas, termos sempre algum anjo com o qual possamos contar nas horas difíceis para nos dar alento... E nas horas alegres para rir com a gente, rir da gente, da vida enfim... O importante é termos anjos... O importante é sermos anjos.

                                                       (Lúcia Padilha)

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Uma certa noite...(eu também pensei nisso...)

                                                                                                                                                                                                                                                                                                               
            Fiquei pensando certa noite...
            Não quero que alguém morra de amor por mim. Prefiro esse alguém bem pertinho me abraçando.
            Não quero que alguém me ame como eu amo. Quero apenas que me ame.
            Não quero que alguém seja igual a mim. Porque quero ser a única pessoa do jeitinho que sou para alguém.
            Não posso pretender que todas as pessoas gostem de mim, mas posso imaginar que algumas gostem. Talvez um sorriso meu possa fazer pelo menos que uma dessas pessoas sorria também.
            Quero fechar meus olhos e pensar em alguém, e imaginar que alguém pensa em mim.
            Quero ser um pedacinho do mundo de alguém e saber que esse alguém precisa de mim  que sou importante, e que talvez sem mim a vida não fique tão boa.
            Quero ter certeza que apesar das minhas burrices e loucuras alguém gosta de mim como eu sou.
            Quero conseguir só lembrar das coisas boas que alguém possa ter feito pra mim e procurar não lembrar das ruins.
            Não quero brigar com o mundo  e se o mundo brigar comigo, quero ter coragem de enfrenta-lo.
            Quero sempre poder dizer o quanto alguém é especial e importante para mim.
            Quero poder acreditar que mesmo que hoje eu não consiga, vou conseguir um dia.
            Quero poder sempre dizer a alguém que gosto dele e quanto gosto e como gosto.
            Se você tem alguém, alguém especial e importante na sua vida, não deixe de dizer isso... Talvez alguém goste de escutar.

                                                                       (Autor desconhecido)

terça-feira, 3 de maio de 2011

O amor!

Costuma-se dizer que para o Amor chegar não há dia, hora nem momento marcado para acontecer. Ele vem de repente e se instala no mais sensível dos nossos órgãos, o coração. Começo a acreditar que sim. Mas percebo também que o fato deste momento não ser determinado pelas pessoas, quando chega quase sempre os sintomas são arrebatadores. Vira tudo às avessas e a bagunça feliz se faz instalada. Quando duas almas se encontram o que realça primeiro não é a aparência física, mas a semelhança d'almas. Elas se compreendem e sentem falta uma da outra. Entristecem-se por não terem se encontrado antes, afinal tudo poderia ser tão diferente. No entanto sabem que o caminho é este e que não haverá retorno para as suas pretensões. É como se elas falassem além das palavras, entendessem a tristeza do outro, a alegria, o desejo, mesmo estando em lugares diferentes. Quando almas afins se entrelaçam, passam a sentir saudade uma da outra num processo contínuo de reaproximação até a consumação. Almas que se encontram podem sofrer bastante também, pois muitas vezes tais encontros acontecem em momentos onde não mais podem extravasar toda a plenitude do amor que carregam toda a alegria de amar e querer compartilhar a vida com o outro, toda a emoção contida à espera do encontro fatal. Desejam coisas que se tornam quase impossíveis, mas que são tão simples de viver. Como ver o pôr-do-sol, caminhar por uma estrada com lindas árvores, ver a noite chegar, ir ao cinema e comer pipocas, rir e brincar, brigar às vezes, mas fazer as pazes com um jeitinho muito especial. Amar, amar e amar... Muitas vezes sabendo que logo depois poderão estar juntas de novo sem que a despedida se faça presente.
(desconheço autoria)