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sábado, 13 de outubro de 2012

Aniversário da Mãe...

Mãe!!!

Você que me deu o bem mais precioso! A vida!
Esperou-me com tanto carinho.
Me ensinou os primeiros passos.

As primeiras palavras.
As lembranças mais antigas que tenho em você,
È a sua mão segurando a minha para me dar proteção.

Sua voz doce, cantando cantigas de ninar, me fazendo dormir e sonhar.
Um sonho sereno, tranquilo, sabendo que você estaria ali a me proteger.

Você que lutou, sorriu, chorou.
Mas não deixou a amargura tomar conta de seu coração.
Você que me ensinou a ser mulher, mas continuar com meus sonhos de criança.
A ser forte, sem ser amarga.

Abrir meus caminhos, tomando sempre cuidado com as plantinhas ao redor.

Com você aprendi a ser gente!
Que respeita gente!

Aprendi a ter fé, aprendi a aceitar os defeitos das pessoas.
Aprendi que o amor tem que ser incondicional.

Minhas melhores lembranças, são as que você cria todos os dias...
No amor que sinto em tudo o que você faz.

No brilho do seu olhar.

MÃE... Que Deus a proteja sempre, te ilumine, te de forças para continuar sua batalha.
E que eu possa sempre sentir e ter esse amor maior em todos os momentos de minha vida.

(desconheço a autoria da mensagem acima, mas com toda certeza é o que nos filhos, queremos dizer a nossas mães, sempre...)


Não tem palavras que descrevam o amor e a gratidão imensa, que temos por nossas Mães, claro que nossos Pais também estiveram presentes na nossa vida e foi juntos que nos oportunizaram a volta ao mundo material!
Mas como ficamos um "tempo precioso" literalmente vivendo com elas, sentindo e recebendo tudo que precisamos para irmos crescendo até a hora do renascimento, existe um vínculo, uma cumplicidade, as vezes até um apego demasiado (que não é bom) com a Mãe! Devemos aprender a amar todos os dias, sem apegos desnecessários e que não fazem bem, vamos aprendendo e amando...
Por isso no dia do aniversário da Mãe, dediquei a mensagem a ela, sabendo que diz só um pouquinho, de tudo que eu quero dizer!

FELIZ ANIVERSÁRIO MÃE! SEJA MUITO FELIZ SEMPRE!

Nice.

sábado, 6 de outubro de 2012

Linda mensagem... Vamos refletir!

Nadando contra a correnteza de Gabriel Chalita.


Experimentamos, na vida, todos os tipos de sensações e provações. Trilhamos caminhos que ora são acolhedores, ora são profundamente dolorosos. Ritualizamos momentos. Celebramos aniversário, formatura, novo emprego, prêmios, aprovações em concursos, defesas de teses, casamento. De outro lado, separações, mortes, demissões, injustiças, inveja, mentiras. O riso ou as lágrimas convivem conosco. A euforia e o desânimo também. E, assim, vamos nos construindo, nos educando.
No processo de crescimento, os exemplos de vida nos ajudam a melhorar a nossa disposição para a própria vida. A vida que passa muito rapidamente, ou não, nos dizeres de Cora Coralina:
Não sei… Se a vida é curta
Ou longa demais pra nós,
Mas sei que nada do que vivemos
Tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas.
A educação depende da capacidade que temos de tocar o coração das pessoas. E isso se dá de muitas maneiras. Uma delas ocorre quando apresentamos modelos de vida. Não modelos perfeitos, mas pessoas que se notabilizaram por vencer os obstáculos e perseguir a meta.
A biografia de Gabrielle Chanel ou Coco Chanel mostra a saga de uma menina que tendo a mãe morta é deixada no orfanato pelo pai. Quando este parte, ela olha pela porta semiaberta desejosa de que ele olhe pelo menos mais uma vez para trás. Ele não olha e nunca volta para buscá-la. E ela, ritualmente, se arrumava todos os domingos para a tão esperada visita. Sofreu muito a menina. Sofreu muito a mulher. Sofreu muito a madura Chanel para reerguer-se depois da guerra. Certa vez, ela confessou: “a força se constrói com fracassos, não com sucessos”.
A vida de Nelson Mandela é um tesouro para a educação. Sua fé na justiça, apesar das injustiças. Sua perseverança na liberdade, apesar da prisão. Seu sonho de construir uma nação em que a cor da pele não desse o tom do respeito. Usou de todas as forças possíveis para que o seu povo celebrasse o sonho antevisto por Luther King, outro referencial.
Eu tenho um sonho que um dia minhas quatro crianças viverão em uma nação onde não serão julgadas pela cor de sua pele, mas sim pelo conteúdo de seu caráter.
Quando apresentamos biografias aos nossos alunos, permitimos que percebam, com mais cuidado, a riqueza da vida talhada em momentos mais fáceis e em momentos mais difíceis. Mostrar o sucesso apenas é desconsiderar os muitos fracassos que haverão de viver os nossos aprendizes. Preparar para o fracasso parece um paradoxo para quem prepara para a vida. Mas não é. Quantos fracassos viveram Chanel ou Mandela? Mas persistiram porque foram talhados para a luta. Em um mundo cheio de competições, em que as pessoas acabam sendo descartadas sem muita cerimônia, em que os empregos não são definitivos, educar para a adversidade faz parte do escopo essencial da relação de ensino e aprendizagem.
Sempre defendi que humanizássemos os autores para que a literatura fosse mais sedutora. Quem conhece a biografia de Machado de Assis contempla sua obra com mais entusiasmo. Quem sofre com Castro Alves as dores da ausência da liberdade contempla como o mesmo olhar de pássaro a nau composta de escravos e a dor com que o poeta clama aos céus.
A literatura dialoga com a história que dialoga com a vida. As ciências também tratam da vida como a geografia. As novas línguas que aprendemos abrem janelas para outras possibilidades. É tudo real. O conhecimento e a aprendizagem acontecem como a vida acontece. E libertam com o poder de tirar dos porões o oprimido, era esse o sonho de Paulo Freire.
Os educadores têm de ter em mente esse desafio, apresentar vidas para que as vidas dos aprendizes tenham ainda mais significado. Há um filme, recentemente lançado, “Sempre ao seu lado” que começa em uma sala de aula em que os alunos têm de contar a história de um grande herói. E um menino começa a falar do cachorro do seu avô.   E o relato vai emocionando a sala porque há algo de fascinante na fidelidade do cachorro. Sua espera. O dono, um professor de música, nunca mais haveria de voltar. Mas o seu oficio era o de esperar. E as pessoas iam aprendendo com a “sabedoria” canina. E compreendendo o seu desejo de liberdade e de ternura a quem ele escolheu para servir.
Há heróis anônimos. E certamente os alunos conhecem alguns deles. Essa é uma experiência que vale a pena. Misturar biografias conhecidas com histórias do quarteirão. Vidas sempre têm importância. Algumas conseguem notoriedade outras mudam mundos em um cantinho qualquer do mundo.
Esse é o antídoto que temos contra a destruição dos valores humanos. É nadando contra a correnteza que fortalecemos os nossos músculos morais e temperamos nosso caráter com dignidade e ternura. Nós, educadores, podemos fazer a diferença. Vale a pena experimentar… concursos, defesas de teses, casamento. De outro lado, separações, mortes, demissões, injustiças, inveja, mentiras. O riso ou as lágrimas convivem conosco. A euforia e o desânimo também. E, assim, vamos nos construindo, nos educando...



"E, assim, vamos nos construindo, nos educando..."

É assim que vamos crescendo, evoluindo, como espíritos imortais a caminho da perfeição relativa!!!
Que os desáfios sejam convites, e que entusiamados, nós aceitemos esse convite... Vamos viver intensamente e sempre acreditar que ser feliz é possível sim...
Tudo no Universo conspira a nosso favor, se temos a vontade firme, a fé, a esperança e a certeza da felicidade real!
Um abraço e carinho sempre...
Nice.




sábado, 29 de setembro de 2012

Autoconhecimento...

Sobre o Autoconhecimento.

Então um homem disse: Fala-nos do Autoconhecimento.
E ele respondeu, dizendo:
Os vossos corações conhecem em silêncio os segredos dos dias e das noites.
Mas os vossos ouvidos anseiam pelo som do conhecimento do vosso coração.
Vós sabeis por palavras aquilo que sempre soubestes em pensamento.
Tocais com a ponta dos dedos o corpo nu dos vossos sonhos.
E ainda bem que assim é.
A nascente oculta da vossa alma deve erguer-se e correr a murmurar para o mar, e o tesouro das vossas profundezas infinitas será revelado perante os vossos olhos.
Mas que não haja medidas para pesar o vosso tesouro desconhecido;
E não procureis as profundezas do vosso conhecimento com limites.
Pois o ser em si não tem limites nem medidas.
Não digais "Encontrei a verdade", mas antes "Encontrei uma verdade."
Não digais "Encontrei o caminho para a alma", mas antes "Encontrei a alma a seguir o meu caminho''.
Pois a alma percorre todos os caminhos.
A alma não percorre uma linha, nem cresce como um caniço.
A alma desvenda-se a si própria como um lótus de incontáveis pétalas.

(por Khalil Gibran, Livro O Profeta...)

Essa mensagem, belíssima do Livro O Profeta, nos convida a fazer uma viagem ao nosso interior, saber quem somos, por que motivos estamos aqui e prá que serve a existência terrena... Se realmente estivermos entusiasmados com a "viagem", encontraremos respostas...muitas respostas! Busquemos esse "autoconhecimento", encontremos as respostas e sejamos felizes...
Um feliz final de semana e muita luz sempre!
Nice.



sábado, 22 de setembro de 2012

...é Primavera...

Primavera!

A primavera chegará, mesmo que ninguém mais saiba seu nome, nem acredite no calendário, nem possua jardim para recebê-la. A inclinação do sol vai marcando outras sombras; e os habitantes da mata, essas criaturas naturais que ainda circulam pelo ar e pelo chão, começam a preparar sua vida para a primavera que chega.
Finos clarins que não ouvimos devem soar por dentro da terra, nesse mundo confidencial das raízes, — e arautos sutis acordarão as cores e os perfumes e a alegria de nascer, no espírito das flores.
Há bosques de rododentros que eram verdes e já estão todos cor-de-rosa, como os palácios de Jeipur. Vozes novas de passarinhos começam a ensaiar as árias tradicionais de sua nação. Pequenas borboletas brancas e amarelas apressam-se pelos ares, — e certamente conversam: mas tão baixinho que não se entende.
Oh! Primaveras distantes, depois do branco e deserto inverno, quando as amendoeiras inauguram suas flores, alegremente, e todos os olhos procuram pelo céu o primeiro raio de sol.
Esta é uma primavera diferente, com as matas intactas, as árvores cobertas de folhas, — e só os poetas, entre os humanos, sabem que uma Deusa chega coroada de flores, com vestidos bordados de flores, com os braços carregados de flores, e vem dançar neste mundo cálido, de incessante luz.
Mas é certo que a primavera chega. É certo que a vida não se esquece, e a terra maternalmente se enfeita para as festas da sua perpetuação.
Algum dia, talvez, nada mais vai ser assim. Algum dia, talvez, os homens terão a primavera que desejarem, no momento que quiserem, independentes deste ritmo, desta ordem, deste movimento do céu. E os pássaros serão outros, com outros cantos e outros hábitos, — e os ouvi­dos que por acaso os ouvirem não terão nada mais com tudo aquilo que, outrora se entendeu e amou.
Enquanto há primavera, esta primavera natural, prestemos atenção ao sussurro dos passarinhos novos, que dão beijinhos para o ar azul. Escutemos estas vozes que andam nas árvores, caminhemos por estas estradas que ainda conservam seus sentimentos antigos: lentamente estão sendo tecidos os manacás roxos e brancos; e a eufórbia se vai tornando pulquérrima, em cada coroa vermelha que desdobra. Os casulos brancos das gardênias ainda estão sendo enrolados em redor do perfume. E flores agrestes acordam com suas roupas de chita multicor.
Tudo isto para brilhar um instante, apenas, para ser lançado ao vento, — por fidelidade à obscura semente, ao que vem na rotação da eternidade. Saudemos a primavera, dona da vida — e efêmera.

Texto do livro: "Cecília Meireles - Obra em Prosa - Volume 1", Editora Nova Fronteira - Rio de Janeiro, 1998.


Cecília Meireles. também nos ensinou :

"Aprendi com a primavera; a deixar-me cortar e voltar sempre inteira."

É tempo de renascer, florecer, perfumar... Como as  flores !!!
Chegou a primavera!
Um lindo final de semana!
Nice.

sábado, 15 de setembro de 2012

Esperança!

A história da esperança.

"Havia milhões de estrelas no céu, estrelas de todas as cores: brancas, prateadas, douradas, vermelhas e azuis, verde.

Um dia elas procuraram Deus e lhe disseram: - Senhor Deus gostaríamos de viver na terra, entre os homens.

- Assim será feito, respondeu o Senhor, conservarei todas vocês pequeninas como são vistas e podem descer para a terra.

Conta-se que naquela noite, houve uma linda chuva de estrelas, algumas se aninharam nas torres das igrejas, outras foram brincar de correr com os vaga-lumes nos campos, outras misturaram-se aos brinquedos das crianças e a terra ficou maravilhosamente iluminada ...Porém passado o tempo as estrelas resolveram abandonar os homens e voltar para o céu, deixando a terra escura e triste.

-Por que voltaram? Perguntava Deus, à medida que elas chegavam ao céu.

-Senhor, não nos foi possível permanecer na terra, lá existe muita miséria e violência, muita maldade, muita injustiça...

E o Senhor lhes disse: - Claro! O lugar de vocês e aqui no céu, a terra e o lugar do transitório, daquilo que passa, daquele que cai, daquele que erra, daquele que morre, onde nada e perfeito. O céu e lugar da perfeição, do imutável, do eterno, onde nada perece

depois que chegaram todas as estrelas e conferindo o seu numero, Deus falou de novo:
-Mas esta faltando uma estrela, perdeu-se no caminho?

Um anjo que estava perto retrucou: -Não senhor, uma estrela resolveu ficar entre os homens. Ela descobriu que seu lugar é exatamente onde existe a imperfeição, aonde há limites, aonde as coisas não vão bem, onde há luta e dor.

- Mas que estrela e essa? - voltou Deus a perguntar.

- É a esperança, Senhor, a estrela verde, a única dessa cor.

E quando olharam a terra, a estrela não estava só, a terra estava novamente iluminada porque havia uma estrela verde no coração de cada pessoa, porque o único sentimento que o homem tem e Deus não têm e a esperança, Deus já conhece o futuro, e a esperança e a própria da pessoa humana, própria daquele que erra, daquele que não e perfeito, daquele que não sabe como será o futuro...

Receba, neste momento, esta estrela em seu coração:

**A esperança**

SUA ESTRELA VERDE... NAO DEIXE QUE ELA FUJA, E NEM SE APAGUE, TENHA CERTEZA QUE ELA ILUMINA O SEU CAMINHO."

Queridos(as) amigos(as), recebi essa mensagem e desconheço autoria...  Considero a esperança uma grande "amiga", está sempre conosco em todos os momentos, quando em determinados dias, aqueles mais difíceis, em que "perdemos o chão", lá está a esperança nos chamando afetuosa, fraterna e convidando a aguardar a soluções que não tardam chegar...
Sempre esperança...sempre!
Um feliz domingo e abençoada semana a todos!
Nice.

domingo, 9 de setembro de 2012

Amor...

Amor Sempre...

Sempre o amor direcionando as vidas.
Para onde quer que se encaminhe o ser, o amor já o
precedeu, demonstrando a grandeza do Excelso Amor.
Amor é a vida em plenitude que constrói, enriquece
e conduz tudo quanto existe.
Sem ele tudo perece e, caso enfraquecesse, todas as
coisas volveriam ao caos do princípio.
Isso porque, Deus é Amor!
O amor alimenta todas as coisas e todos os seres,
equilibra a ordem universal e se alarga na direção do
infinito.
Ei-lo no farfalhar das folhas, nas onomatopeias da
Natureza, no caricioso canto dos córregos, no desabrochar
das flores, no canto dos pássaros e nas vozes dos animais
exaltando a Criação, aí configurado como hino de louvor e
mensagem de eterna beleza.
O ser humano, em razão de sua fragilidade
emocional, no entanto, ainda não consegue senti-lo na
profundidade em que se expressa, caminhando, por isso
mesmo, sem rumo e sem paz.
Uma gota de amor e se modifica a agressão do ódio.
Amor, portanto, a Deus, à vida, a si mesmo, nessa
trilogia em que Jesus sintetizou a própria razão de viver da
criatura humana.
Logo depois, o amor esplendendo na forma
espiritual, familial, como linguagem, sem adeus... e
sucessivamente, o amor sempre.
É o que nos apresenta o livro que está sendo
oferecido ao caro leitor, a fim de que, iluminado e
vitaminado pela sua magia incomum, possa superar as
dificuldades e enfrentar os desafios em harmonia íntima,
avançando para o Amor Total.

Joanna de Ângelis.
(Página psicografada pelo médium Divaldo P.
Franco, na sessão mediúnica do Centro Espírita Caminho
da Redenção, na noite de 02 de abril de 1997, em
Salvador, Bahia.)

sábado, 1 de setembro de 2012

Os excluídos...

Os excluídos

Ao contrário do que o título desta crônica possa sugerir, não vou falar sobre aqueles que vivem à margem da sociedade, sem trabalho, sem estudo e sem comida. Quero fazer uma homenagem aos excluídos emocionais, os que vivem sem alguém para dar as mãos no cinema, os que vivem sem alguém para telefonar no final do dia, os que vivem sem alguém com quem enroscar os pés embaixo do cobertor. São igualmente famintos, carentes de um toque no cabelo, de um olhar admirado, de um beijo longo, sem pressa pra acabar.

A maioria deles são solteiros, os sem-namorado. Os que não têm com quem dividir a conta, não têm com quem dividir os problemas, com quem viajar no final de semana. É impossível ser feliz sozinho? Não, é muito possível, se isso é um desejo genuíno, uma vontade real, uma escolha. Mas se é uma fatalidade ao avesso - o amor esqueceu-se de acontecer - aí não tem jeito: faz falta um ombro, faz falta um corpo.

E há aqueles que têm amante, marido, esposa, rolo, caso, ficante, namorado, e ainda assim é um excluído. Porque já ultrapassou a fronteira da excitação inicial, entrou pra zona de rebaixamento, onde todos os dias são iguais, todos os abraços, banais, todas as cenas, previsíveis. Não são infelizes e nem se sentem abandonados. Eles possuem um relacionamento constante, alguém para acompanhá-los nas reuniões familiares, alguém para apresentar para o patrão nas festas da empresa. Eles não estão sós, tecnicamente falando. Mas a expulsão do mundo dos apaixonados se deu há muito. Perderam a carteirinha de sócios. Não são mais bem-vindos ao clube.

Como é que se sabe que é um excluído? Vejamos: você passa por um casal que está se beijando na rua - não um beijinho qualquer, mas um beijo indecente como tem que ser, que torna tudo em volta irrelevante - você inclusive. Se lhe bate uma saudade de um tempo que parece ter sido vivido antes de Cristo, se você sente uma fisgada na virilha e tem a impressão que um beijo assim é algo que jamais se repetirá em sua vida, se de certa forma este beijo que você assistiu lhe parece um ato de violência - porque lhe dói - então você está fora de combate, é um excluído.

A boa notícia: você não é um sem trabalho, sem estudo e sem comida - é apenas um sem-paixão. Sua exclusão pode ser temporária, não precisa ser fatal. Menos ponderação, menos acomodação, e olha só você atualizando sua carteirinha. O clube segue de portas abertas.


Fiquei aqui pensando, refletindo sobre a solidão...na solidão " a dois" e que não se comenta muito... E lembrei de pessoas que, embora vivam sozinhas, nunca sentiram solidão, vivem bem e felizes! Cada um com sua história, com seua anseios... Tem também aqueles que, como diz a "Martha medeiros":

"São igualmente famintos, carentes de um toque no cabelo, de um olhar admirado, de um beijo longo, sem pressa pra acabar."

Vivemos num mundo onde as diferenças aproximam e, as vezes, as semelhaças afastam...Contraditório? Será? pensemos nisso!!! Um feliz fim de semana, com muito amor, aprendendo todos os dias..."amar se aprende amando..." Alguém, em algum lugar já disse isso!
Um abraço...
 Nice.