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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

A mais bela...(com toda certeza!)

“A coisa mais bela do mundo”

Certa ocasião, um artista, pintor paisagista, autor de muitas telas, após fazer uma longa avaliação de seus trabalhos, concluiu que ainda não tinha pintado a sua "TELA", aquela que deveria expressar a verdadeira autenticidade de sua obra.
Decidiu seguir por uma longa e sinuosa estrada, circundada por cadeias de montanhas e profundos vales, procurando alguma idéia fundamentada nas maravilhas da natureza. Após muitos dias de caminhada, encontrou um missionário, o qual lhe perguntou o que desejava fazer.
- Não sei, respondeu o artista. - Tenho vontade de pintar a coisa mais bela do mundo e não consigo encontrá-la, podes me dizer qual é?
È muito simples respondeu o missionário. - Você a encontrará em qualquer crença. A coisa mais bela do mundo, sem dúvida, é a FÈ.
O artista despediu-se do missionário e prosseguiu em sua andança. Alguns dias mais tarde, encontrou uma linda jovem que colhia flores e lírios às margens de um regato de águas cristalinas. Aproximou-se da jovem e lhe fez a mesma pergunta, anteriormente, ao missionário. A jovem respondeu-lhe.
- A coisa mais bela do mundo é o "AMOR". E completou: - "O AMOR suaviza as lagrimas, transforma as coisas ruins em boas. Sem ele não vemos beleza em nada."
O artista prosseguiu a sua caminhada e dias depois encontrou um velho soldado veterano de guerra. O velhos soldado trazia no corpo as marcas das inúmeras batalhas a que fizera parte além-mar, la long´qua Italia. Novamente o artista formulou a ele, qual seria a coisa mais bela do mundo. Tendo o velho soldado assim respondido:
- Meu filho! A coisa mais bela do mundo é a "PAZ". Onde existir "PAZ" - existe plena felicidade.
" FÉ", "AMOR" e "PAZ"!... Como poderei pintar a minha tela?
Muito pensativo, o artista deu início a longa caminhada de volta à sua casa, a qual se encontrava a dezenas de dias.
Ao chegar em sua casa, de onde tinha partido há algum tempo, encontrou no olhar dos seus filhos a "FÈ", no sorriso da sua esposa resplandecia o "AMOR" e no seu lar reinava a "PAZ".
Dessa forma, o artista conseguiu pintar “A COISA MAIS LINDA DO MUNDO" e ao terminar o seu trabalho denominou-a "LAR" que é sinônimo de "FAMÍLIA"
"FÉ”, “AMOR” e “PAZ”: Eis a verdadeira riqueza de uma família, podendo navegar em qualquer mar, o mais longe que for, alcançará o porto desejado.
(desconheço autoria)

Boa noite!

Mensagem compartilhada pela mana Leila lá no facebook...

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Sonhosss... (para rir e refletir...)

Sono e sonhos de criança...

A mãe dele foi pegá-lo no parque e ele estava suado que nem janela de ônibus em dia de chuva. Então, ainda dentro do carro ela falou:
- Quando você chegar em casa você não vai parar em lugar nenhum vai direto para o chuveiro porque tá um cheirinho de gambá aqui.


Sabe como é criança né? Ainda mais um garotinho com os seus seis, sete anos de idade:
- Ò mãe! Banho de novo. Quando eu crescer e for um engenheiro vou fazer dois dias especiais. Disse o garotinho um pouco aborrecido.
- Dois dias especiais Quais? Perguntou a mãe dele.

- O Primeiro dia vai ser o dia sem banho. Neste dia nenhuma criança vai precisar tomar banho e o segundo dia vai ser o dia sem sono.

- Dia sem sono! Como assim? Estranhou a mãe dele.

- É mãe, eu já falei prá você me deixar assistir televisão à noite inteirinha até o dia amanhecer e, você nunca deixa. É por isso que eu vou fazer o dia sem sono.



Edilson Rodrigues Silva

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Tenhamos certeza disso...tudo tem um TEMPO CERTO!

Tempo Certo


De uma coisa podemos ter certeza:
de nada adianta querer apressar as coisas;
tudo vem ao seu tempo,
dentro do prazo que lhe foi previsto.
Mas a natureza humana não é muito paciente.
Temos pressa em tudo e aí acontecem
os atropelos do destino,
aquela situação que você mesmo provoca,
por pura ansiedade de não aguardar o tempo certo. Mas alguém poderia dizer:
Qual é esse tempo certo?

Bom, basta observar os sinais.
Quando alguma coisa está para acontecer
ou chegar até sua vida,
pequenas manifestações do cotidiano
enviarão sinais indicando o caminho certo.
Pode ser a palavra de um amigo,
um texto lido, uma observação qualquer.
Mas, com certeza, o sincronismo se encarregará
de colocar você no lugar certo,
na hora certa, no momento certo,
diante da situação ou da pessoa certa.

Basta você acreditar que nada acontece por acaso.
 Talvez seja por isso que você esteja
agora lendo estas linhas.
Tente observar melhor o que está a sua volta.
Com certeza alguns desses sinais
já estão por perto e você nem os notou ainda.
Lembre-se, que o universo sempre
conspira a seu favor quando você possui um
objetivo claro e uma disponibilidade de crescimento.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Não façamos esforços inúteis...

ISSO É MUITA SABEDORIA

Quando fazemos tudo para que nos amem e não conseguimos, resta-nos um último recurso: não fazer mais nada. Por isso, digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos solicitado, melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram. Não fazer esforços inúteis, pois o amor nasce, ou não, espontaneamente, mas nunca por força de imposição. Às vezes, é inútil esforçar-se demais, nada se consegue;outras vezes, nada damos e o amor se rende aos nossos pés. Os sentimentos são sempre uma surpresa. Nunca foram uma caridade mendigada, uma compaixão ou um favor concedido. Quase sempre amamos a quem nos ama mal, e desprezamos quem melhor nos quer. Assim, repito, quando tivermos feito tudo para conseguir um amor, e falhado, resta-nos um só caminho...o de mais nada fazer.

domingo, 20 de novembro de 2011

Por isso falei nas flores...



CADA UM DÁ O QUE TEM

Haviam duas vizinhas que vivam em pé de guerra. Não podiam se encontrar
na  rua que era briga na certa.
Depois de seu encontro com Jesus, dona Maria descobriu o verdadeiro
valor da amizade e resolveu que iria fazer as pazes com dona Clotilde.
Ao encontrarem-se na rua, muito humildemente, disse dona Maria:
- Minha querida Clotilde, já estamos nessa desavença a anos e sem
nenhum  motivo aparente. Estou propondo para você que façamos as
pazes e vivamos  como duas boas e velhas amigas.

Dona Clotilde, na hora estranhou a atitude da velha rival, e disse
que iria pensar no caso.
Pelo caminho foi matutando: "Essa dona Maria não me engana, está
querendo me aprontar alguma e eu não vou deixar barato. Vou
mandar-lhe um presente para ver sua reação".
Chegando em casa, preparou uma bela cesta de presentes, cobrindo-a com
um lindo papel, mas encheu-a de esterco de vaca.
"Eu adoraria ver a cara da dona Maria ao receber esse 'maravilhoso'
presente. Vamos ver se ela vai gostar dessa".

Mandou a empregada levar o presente a casa da rival, com um bilhete:
"Aceito sua proposta de paz, e para selarmos nosso compromisso, envio 
esse lindo presente".

Dona Maria estranhou o presente, mas não se exaltou.
- Que ela está propondo com isso??? Não estamos fazendo as pazes? Bem,
deixa pra lá.

Alguns dias depois dona Clotilde atende a porta e recebe uma linda
cesta de presentes coberta com um belo papel.
- É a vingança daquela asquerosa da Maria. Que será que ela me
aprontou?!

Qual não foi sua surpresa ao abrir a cesta e ver um lindo arranjo das
mais belas flores que podiam existir num jardim, e um cartão com a
seguinte mensagem:
"Estas flores é o que te ofereço em prova da minha amizade. Foram
cultivadas com o esterco que você me enviou e que proporcionou
excelente adubo para meu jardim.
AFINAL, CADA UM DÁ O QUE TEM EM ABUNDÂNCIA EM SUA VIDA"


(Autor não mencionado)

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Pela extensão...

Há histórias que me enervam. Tenho medo de dormir até com a luz acesa. Não paro de andar pelos corredores, inquieto como um copo espírita.

São relatos que despertam a nítida sensação de que a vida é um majestoso percurso de voz e eco. Aquilo que digo num dia terá resposta no seguinte, que o melhor é ser responsável e atento desde cedo.

Minha amiga Teresa brigava muito com seu pai na adolescência. Época de reunião dançante, meias de lurex coloridas, carteiras emborrachadas.

E telefonemas longos, que custavam uma fortuna e recebiam paranoica fiscalização.

No auge dos 16 anos, Teresa tricotava fofocas com o namorado, e o pai Omar acalentava a triste mania de escutá-la pela extensão.

A quebra de sigilo telefônico acontecia pela própria família. Vigorava arapongagem amadora para descobrir o que os jovens aprontavam.

As casas contavam com dois aparelhos, um na sala e um segundo mais privativo, no quarto ou no corredor.

O trinido vinha para Teresa, e o pai protestava:

– É seu namorado, atende logo e não demora, que estou esperando ligação.

Todos sempre esperavam alguma ligação. Todos sempre demoravam. Todos sempre reclamavam.

Teresa colocava os pés na parede, enrolava os cabelos com uma caneta e não cansava o ouvido. O pai fingia que ia dormir e acompanhava secretamente a serenata do casal. Criou uma série de métodos para não ser identificado. Erguia bem devagarzinho o gancho e segurava o pino com a mão esquerda para evitar ruídos. Prendia o ar, e mergulhava literalmente na correnteza verbal. De modo nenhum, suspirava ou tossia. Resistia no esconde-esconde, com taquicardia de ladrão novo. Às vezes, era desmascarado e a filha berrava:

– Pai, baixa o fone!

Na maior parte dos contatos, saía impune. Teresa odiava a bisbilhotice. Reclamava da falta de privacidade. Formulou um padrão de comportamento para censurar a intrusão fantasmagórica. Quando vinha linha cruzada, lá estava o espião. Quando a dicção falhava, lá estava o grampo.

Teresa hoje tem 50 anos. Seu pai morreu há duas décadas. Ela nunca mais ergue um gancho sem cogitar que Omar cuida dela. Tem vergonha de pensar nisso - apoiando a coisa horrível que ele fazia -, porém torce mesmo para que esteja ouvindo tudo no outro lado da linha: prevenindo maldades, aconselhando caminhos.

No meio de uma conversa comigo, bateu um desespero e ela gritou:

– Pai, não baixa o fone!

No início, não entendi: – Pai? Que pai?

Depois fui entendendo que morrer é não ser visto e permanecer vivo na extensão.



Fabrício Carpinejar.