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terça-feira, 29 de novembro de 2011

Sonhosss... (para rir e refletir...)

Sono e sonhos de criança...

A mãe dele foi pegá-lo no parque e ele estava suado que nem janela de ônibus em dia de chuva. Então, ainda dentro do carro ela falou:
- Quando você chegar em casa você não vai parar em lugar nenhum vai direto para o chuveiro porque tá um cheirinho de gambá aqui.


Sabe como é criança né? Ainda mais um garotinho com os seus seis, sete anos de idade:
- Ò mãe! Banho de novo. Quando eu crescer e for um engenheiro vou fazer dois dias especiais. Disse o garotinho um pouco aborrecido.
- Dois dias especiais Quais? Perguntou a mãe dele.

- O Primeiro dia vai ser o dia sem banho. Neste dia nenhuma criança vai precisar tomar banho e o segundo dia vai ser o dia sem sono.

- Dia sem sono! Como assim? Estranhou a mãe dele.

- É mãe, eu já falei prá você me deixar assistir televisão à noite inteirinha até o dia amanhecer e, você nunca deixa. É por isso que eu vou fazer o dia sem sono.



Edilson Rodrigues Silva

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Tenhamos certeza disso...tudo tem um TEMPO CERTO!

Tempo Certo


De uma coisa podemos ter certeza:
de nada adianta querer apressar as coisas;
tudo vem ao seu tempo,
dentro do prazo que lhe foi previsto.
Mas a natureza humana não é muito paciente.
Temos pressa em tudo e aí acontecem
os atropelos do destino,
aquela situação que você mesmo provoca,
por pura ansiedade de não aguardar o tempo certo. Mas alguém poderia dizer:
Qual é esse tempo certo?

Bom, basta observar os sinais.
Quando alguma coisa está para acontecer
ou chegar até sua vida,
pequenas manifestações do cotidiano
enviarão sinais indicando o caminho certo.
Pode ser a palavra de um amigo,
um texto lido, uma observação qualquer.
Mas, com certeza, o sincronismo se encarregará
de colocar você no lugar certo,
na hora certa, no momento certo,
diante da situação ou da pessoa certa.

Basta você acreditar que nada acontece por acaso.
 Talvez seja por isso que você esteja
agora lendo estas linhas.
Tente observar melhor o que está a sua volta.
Com certeza alguns desses sinais
já estão por perto e você nem os notou ainda.
Lembre-se, que o universo sempre
conspira a seu favor quando você possui um
objetivo claro e uma disponibilidade de crescimento.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Não façamos esforços inúteis...

ISSO É MUITA SABEDORIA

Quando fazemos tudo para que nos amem e não conseguimos, resta-nos um último recurso: não fazer mais nada. Por isso, digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos solicitado, melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram. Não fazer esforços inúteis, pois o amor nasce, ou não, espontaneamente, mas nunca por força de imposição. Às vezes, é inútil esforçar-se demais, nada se consegue;outras vezes, nada damos e o amor se rende aos nossos pés. Os sentimentos são sempre uma surpresa. Nunca foram uma caridade mendigada, uma compaixão ou um favor concedido. Quase sempre amamos a quem nos ama mal, e desprezamos quem melhor nos quer. Assim, repito, quando tivermos feito tudo para conseguir um amor, e falhado, resta-nos um só caminho...o de mais nada fazer.

domingo, 20 de novembro de 2011

Por isso falei nas flores...



CADA UM DÁ O QUE TEM

Haviam duas vizinhas que vivam em pé de guerra. Não podiam se encontrar
na  rua que era briga na certa.
Depois de seu encontro com Jesus, dona Maria descobriu o verdadeiro
valor da amizade e resolveu que iria fazer as pazes com dona Clotilde.
Ao encontrarem-se na rua, muito humildemente, disse dona Maria:
- Minha querida Clotilde, já estamos nessa desavença a anos e sem
nenhum  motivo aparente. Estou propondo para você que façamos as
pazes e vivamos  como duas boas e velhas amigas.

Dona Clotilde, na hora estranhou a atitude da velha rival, e disse
que iria pensar no caso.
Pelo caminho foi matutando: "Essa dona Maria não me engana, está
querendo me aprontar alguma e eu não vou deixar barato. Vou
mandar-lhe um presente para ver sua reação".
Chegando em casa, preparou uma bela cesta de presentes, cobrindo-a com
um lindo papel, mas encheu-a de esterco de vaca.
"Eu adoraria ver a cara da dona Maria ao receber esse 'maravilhoso'
presente. Vamos ver se ela vai gostar dessa".

Mandou a empregada levar o presente a casa da rival, com um bilhete:
"Aceito sua proposta de paz, e para selarmos nosso compromisso, envio 
esse lindo presente".

Dona Maria estranhou o presente, mas não se exaltou.
- Que ela está propondo com isso??? Não estamos fazendo as pazes? Bem,
deixa pra lá.

Alguns dias depois dona Clotilde atende a porta e recebe uma linda
cesta de presentes coberta com um belo papel.
- É a vingança daquela asquerosa da Maria. Que será que ela me
aprontou?!

Qual não foi sua surpresa ao abrir a cesta e ver um lindo arranjo das
mais belas flores que podiam existir num jardim, e um cartão com a
seguinte mensagem:
"Estas flores é o que te ofereço em prova da minha amizade. Foram
cultivadas com o esterco que você me enviou e que proporcionou
excelente adubo para meu jardim.
AFINAL, CADA UM DÁ O QUE TEM EM ABUNDÂNCIA EM SUA VIDA"


(Autor não mencionado)

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Pela extensão...

Há histórias que me enervam. Tenho medo de dormir até com a luz acesa. Não paro de andar pelos corredores, inquieto como um copo espírita.

São relatos que despertam a nítida sensação de que a vida é um majestoso percurso de voz e eco. Aquilo que digo num dia terá resposta no seguinte, que o melhor é ser responsável e atento desde cedo.

Minha amiga Teresa brigava muito com seu pai na adolescência. Época de reunião dançante, meias de lurex coloridas, carteiras emborrachadas.

E telefonemas longos, que custavam uma fortuna e recebiam paranoica fiscalização.

No auge dos 16 anos, Teresa tricotava fofocas com o namorado, e o pai Omar acalentava a triste mania de escutá-la pela extensão.

A quebra de sigilo telefônico acontecia pela própria família. Vigorava arapongagem amadora para descobrir o que os jovens aprontavam.

As casas contavam com dois aparelhos, um na sala e um segundo mais privativo, no quarto ou no corredor.

O trinido vinha para Teresa, e o pai protestava:

– É seu namorado, atende logo e não demora, que estou esperando ligação.

Todos sempre esperavam alguma ligação. Todos sempre demoravam. Todos sempre reclamavam.

Teresa colocava os pés na parede, enrolava os cabelos com uma caneta e não cansava o ouvido. O pai fingia que ia dormir e acompanhava secretamente a serenata do casal. Criou uma série de métodos para não ser identificado. Erguia bem devagarzinho o gancho e segurava o pino com a mão esquerda para evitar ruídos. Prendia o ar, e mergulhava literalmente na correnteza verbal. De modo nenhum, suspirava ou tossia. Resistia no esconde-esconde, com taquicardia de ladrão novo. Às vezes, era desmascarado e a filha berrava:

– Pai, baixa o fone!

Na maior parte dos contatos, saía impune. Teresa odiava a bisbilhotice. Reclamava da falta de privacidade. Formulou um padrão de comportamento para censurar a intrusão fantasmagórica. Quando vinha linha cruzada, lá estava o espião. Quando a dicção falhava, lá estava o grampo.

Teresa hoje tem 50 anos. Seu pai morreu há duas décadas. Ela nunca mais ergue um gancho sem cogitar que Omar cuida dela. Tem vergonha de pensar nisso - apoiando a coisa horrível que ele fazia -, porém torce mesmo para que esteja ouvindo tudo no outro lado da linha: prevenindo maldades, aconselhando caminhos.

No meio de uma conversa comigo, bateu um desespero e ela gritou:

– Pai, não baixa o fone!

No início, não entendi: – Pai? Que pai?

Depois fui entendendo que morrer é não ser visto e permanecer vivo na extensão.



Fabrício Carpinejar.

sábado, 12 de novembro de 2011

O caminho que eu escolhi...

O caminho que eu escolhi é o do Amor!

E não importa as dores, as angústias
nem as decepções que vou ter que encarar,
eu escolhi o caminho do amor,
e escolhi ser verdadeiro,
no meu caminho, o abraço é apertado,
o aperto de mão é sincero,
e quando eu me apaixono eu me entrego,
e me entrego de corpo, alma e emoção.
Por isso não estranhe a minha maneira de sorrir,
de te
desejar o bem,
eu sou aquela
pessoa que acredita no bem,
que vive e anseia pelo bem.
Por isso, não estranhe se eu te abraçar bem apertado,
se eu me emocionar com a sua
história,
se eu chorar junto com você,
se nos arrepiarmos ao ver o arco-íris no céu,
afinal de contas somos gente
e gente que fez a opção pelo bem,
e gente do bem se ama, se entrega,
vive e não se arrepende da vida.
É assim que eu enxergo a vida,
e é só assim que eu acredito que valha a pena
viver.
Viver com emoção, com verdade.
Infeliz de quem trai,
infeliz de quem passa por cima das emoções das pessoas de bem,
triste daquele que rouba, que mata, que pratica a violência,
pobre daquele que nunca sentiu o que é ser amado de verdade,
e mais infeliz ainda aquele que nunca amou.
Escolha também, o caminho do amor…
Eu acredito em você!!!

(Paulo Roberto Gaefke)

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Ah!!! Pedaços...

PEDAÇOS DE MIM

Eu sou feito de
Sonhos interrompidos
detalhes despercebidos
amores mal resolvidos

Sou feito de
Choros sem ter razão
pessoas no coração
atos por impulsão

Sinto falta de
Lugares que não conheci
experiências que não vivi
momentos que já esqueci

Eu sou
Amor e carinho constante
distraída até o bastante
não paro por instante


Tive noites mal dormidas
perdi pessoas muito queridas
cumpri coisas não-prometidas

Muitas vezes eu
Desisti sem mesmo tentar
pensei em fugir,para não enfrentar
sorri para não chorar

Eu sinto pelas
Coisas que não mudei
amizades que não cultivei
aqueles que eu julguei
coisas que eu falei

Tenho saudade
De pessoas que fui conhecendo
lembranças que fui esquecendo
amigos que acabei perdendo
Mas continuo vivendo e aprendendo.

Martha Medeiros